Medição de Nível em Líquidos – Quais são os principais desafios?

Você, que trabalha com Instrumentação Industrial, deve saber que existem diversos desafios da Medição de Nível e que, para cada processo, deve escolher a tecnologia que vai lidar melhor com o desafio, certo? Neste post vamos falar da Medição de Nível em Líquidos e seus principais desafios.

A seleção do instrumento de Medição de Nível correto é baseada não somente na escolha da tecnologia, mas também nas características de aplicação e nas necessidades de instalação.

Quais são os principais desafios da Mediação de Nível?

Durantes os processos industriais, algumas intercorrências afetam a confiabilidade da Medição de Nível, tornando-se verdadeiros desafios.

Estas intercorrências devem ser chamadas de desafios, porque não se tratam de problemas por si só, mas de eventos inerentes aos mais diversos processos industriais.

Incrustação: é aquela camada de produto acumulado que recobre os tanques de armazenamento e os medidores de nível, comprometendo a eficiência dos equipamentos.

Espuma: gerada em boa parte dos processos contínuos, também se torna um problema quando ela impede a medição precisa da grandeza pretendida.

Temperatura: quando o medidor de nível escolhido é composto por materiais que não são resistentes a altas temperaturas, a medição é comprometida. A escolha do material adequado é determinada principalmente pela temperatura e poder corrosivo do fluido.

Pó em suspensão: é a poeira que está em praticamente todas as indústrias, como a mineração, siderurgia, papel e celulose, química, petroquímica e até mesmo em portos (terminais de embarque de graneleiros).

Interfaces Complexas: são características físico-químicas diferentes dos produtos que podem ser um desafio, pois é necessário medir o nível de duas ou mais substâncias diferentes, tal qual ocorre na indústria petroquímica, por exemplo. São usados sistemas de separação para distinguir as interfaces em fases reaproveitáveis e/ou descartáveis.

Para conseguir que o processo seja eficiente, é necessário que a Medição de Nível esteja calibrada e livre de interferências para que a produção transcorra perfeitamente.

Todos esses desafios afetam negativamente a produtividade da planta ao gerar alarmes falsos, transbordamentos e até medições duvidosas!

E qual a melhor tecnologia para lidar com esses desafios da Medição de Nível?

Como já dissemos diversas vezes aqui no blog:

Não existe tecnologia universal que possa atender todas as características de Medição de Nível!

Podem ser utilizados diversos sensores na medição de nível em líquidos. É necessário ver o tipo de desafio que será enfrentado.

Você, que trabalha com Instrumentação Industrial, deve saber que existem diversos desafios da Medição de Nível e que, para cada processo, deve escolher a tecnologia que vai lidar melhor com o desafio, certo? Neste post vamos falar da Medição de Nível em Líquidos e seus principais desafios

Sensores de nível com haste vibratória, por exemplo, atuam utilizando o amortecimento da vibração de uma haste só ou de duas hastes em forma de diapasão como meio de medir o nível.

O amortecimento mecânico acontece pela absorção de energia de vibração pela viscosidade de um líquido que entram em contato com uma ou mais hastes.

Já os sensores de nível condutivos não possuem restrição quanto às altas temperaturas ou alta pressão. Assim, ela é indicada para vários tipos de medições de nível de líquidos, como água ou outros que não sejam condutivos.

A medição de nível com borbulhador serve para detectar o nível de qualquer tipo de líquido, seja ele viscoso, corrosivo etc.

Neste método, é necessário um suprimento de ar ou gás e uma pressão um pouco superior à máxima pressão hidrostática exercida pelo líquido. O valor é ajustado, normalmente, para algo em torno de 10% a mais do que a pressão hidrostática.

O sistema do borbulhador engloba uma válvula agulha, um recipiente com líquido e um indicador de pressão. Vale salientar que o recipiente com líquido não deve permitir que o ar ou o gás passem.

Quando há interfaces complexas, podemos tomar como exemplo dessalgadoras eletrostáticas e separadores com temperatura e pressão elevadas. Contém uma seção inativa e de resfriamento na engenharia de montagem e vedação.

Você, que trabalha com Instrumentação Industrial, deve saber que existem diversos desafios da Medição de Nível e que, para cada processo, deve escolher a tecnologia que vai lidar melhor com o desafio, certo? Neste post vamos falar da Medição de Nível em Líquidos e seus principais desafios.

Os sensores de nível com a tecnologia RF Admitância são a solução mais eficiente para enfrentar os principais desafios da Medição de Nível.

É a maneira mais eficiente de evitar gargalos de produção com alarmes falsos, transbordamentos e/ou medição errônea!

A RF Admitância utiliza um sinal de radiofrequência (RF) para, diante de um dos desafios, indicar a real presença ou ausência de produto, nível e/ou volume que está em contato com o elemento sensor da Chave.

Mas, mesmo assim, é importante ficar atento aos desperdícios que podem estar ocorrendo na indústria em que você trabalha!

É preciso encontrar um equilíbrio entre o custo do produto, estresse ao meio ambiente que um transbordamento possa causar e gastos com manutenções antes de decidir qual instrumento de Medição de Nível será escolhido.

Esperamos ter ajudado você a entender um pouco mais sobre Medição de Nível em líquidos nas indústrias!

A otimização de custos em função da produtividade está fazendo todas as indústrias de pequeno, médio e grande porte aderirem aos instrumentos que utilizam tecnologias de Automação e Instrumentação Industrial em seus instrumentos.

Buscar um fabricante que realmente esteja comprometido em ajudar vocês a enfrentarem o seu problema de Medição de Nível é fundamental também.

Esperamos que a partir de agora você tenha total segurança das tecnologias mais adequadas aos processos que envolvem os principais desafios de Medição de Nível nas indústrias!

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Obrigado pela leitura do nosso material e até a próxima!

FONTES

  • Mais de 35 anos de experiência em automação e controle de processos.
  • Mais de 13 mil horas de engenharia de aplicação on-site
  • Mais de 5000 soluções de instrumentação desenvolvidas