Paradas de planta não programadas – a praga da indústria brasileira

Paradas de planta não programadas são consideradas “comuns” para grande parte das indústrias!

Entre os fatores que podem gerar essas paradas de planta não programadas, estão as falhas humanas, o aterramento e até mesmo a qualidade e o mau funcionamento dos instrumentos escolhidos. Eles acabam gerando alarmes falsos, transbordamentos e imprecisões nas medições.

Diversas empresas lidam com as paradas de planta não programadas como algo corriqueiro no dia a dia de trabalho e, de fato, antigamente poderiam até ser consideradas assim, mas hoje em dia não há motivos para acreditar nisso.

Uma parada não programada de planta não pode ser considerada algo normal!

Ela resulta em manutenções não planejadas e gastos extras. E, por consequência disso, podem ocorrer cortes de pessoal e falta de possibilidade de ascensão profissional na área.

Sabe aquela frequência de alarmes falsos causados por acúmulo de material no seu sensor ou a espuma que incrusta na chave? E os transbordamentos que te tiram a paz e geram cobrança excessiva pelos seus gestores? Ou aquele medidor do silo de farelo de milho que você tem que fazer manutenção a cada quinze dias? Cada um desses problemas significa gastos!

Além das paradas de planta não programadas e os alarmes falsos gerados pelo medidor, a confiabilidade da Medição de Nível fica prejudicada gerando riscos de Não Conformidades.

 

Paradas de planta não programadas são causa de boa parte da ineficiência de uma indústria.

Transbordamentos podem ser causados por alarmes falsos provenientes de falhas na instrumentação.

 

Com a competitividade crescente do mercado, os responsáveis que lidam diretamente com a produção da empresa têm de buscar constantemente soluções para lidar com os desafios presentes, fazendo com que os índices de produtividade aumentem e as paradas de planta não programada diminuam.

Ter uma operação mais eficiente e produtiva não é só a busca por um produto final de qualidade. Também é fundamental que o profissional perceba a importância dos gastos no resultado final da empresa em que trabalha e do seu próprio ofício.

Para os responsáveis pela produção, assimilar tecnologias confiáveis com otimização do tempo para evitar alarmes falsos (desde o funcionamento até a manutenção dos medidores) é o ideal!

Atualmente temos no mercado algumas tecnologias capazes de operar dessa forma!

É o exemplo de tecnologias como a RF-Admitância. São chaves de nível que são capazes de operar em contato com o produto, sendo totalmente operacionais e imunes à incrustações, espuma, pó em suspensão, entre outros.

Diferentemente de tecnologias simplesmente capacitivas, a RF-Admitância não exige manutenção constante, é mais maleável e tem alta vida útil, o que aumenta seu custo-benefício.

O mercado atualmente visa não só a produtividade e o retorno financeiro, como também segurança ambiental e do trabalhador. Este tipo de tecnologia atende bem a esses requisitos!

E aí? Entendeu o que uma parada de planta não programada na sua indústria pode causar?

Você sabe dos desafios e problemas diários que enfrenta com a sua instrumentação.

E agora também já sabe como resolver isso!

A necessidade da otimização dos custos de operação em função da produtividade está fazendo todas as indústrias de pequeno, médio e grande porte aderirem aos instrumentos que utilizam tecnologias que garantam processos de Automação e Instrumentação Industrial que sejam confiáveis.

Chegou o momento de dar um upgrade na operação em que você trabalha!

O próximo passo é buscar um fabricante que realmente esteja comprometido em ajudar vocês a enfrentarem o seu problemas com uma Instrumentação de má qualidade.

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Obrigado pela leitura do nosso material e até a próxima!

FONTES

  • Mais de 35 anos de experiência em automação e controle de processos.
  • Mais de 13 mil horas de engenharia de aplicação on-site
  • Mais de 5000 soluções de instrumentação desenvolvidas
  • MORO, Norberto; AURAS, André Paegle. Instrodução à Gestão da Manutenção. 2007. Acessado em 04/05/2018.